UzzMuse
Um QR na peça. Duas portas.
A mesma etiqueta abre a ficha completa para a equipe do museu e uma experiência acessível para o visitante. Acervo, inventário, catalogação e acessibilidade num ecossistema só.
Museus guardam muito. Mostram e controlam pouco.
Os desafios que aparecem em quase todo acervo, grande ou pequeno.
Inventário na planilha
Onde está cada peça, quem moveu e quando: informação que vive em fichas, planilhas e na memória da equipe.
QR que quebra
A etiqueta aponta para um endereço do site. O site muda, e o QR impresso na exposição para de funcionar.
Acervo que nem todos acessam
Sem audiodescrição, linguagem simples ou Libras, boa parte do público não vive a experiência completa.
Três pilares, um ecossistema
Cada museu começa pelo pilar que mais precisa. Todos falam a mesma língua: o QR da peça.
Acervo e inventário
- Inventário pelo celular, com foto e localização
- Funciona offline na reserva técnica
- Etiqueta QR permanente, que não precisa ser reimpressa
- Histórico de quem alterou o quê e quando
Catalogação assistida
- Foto da peça ou ficha antiga vira sugestão de cadastro
- Ajuda a achar duplicados e padronizar nomes
- Toda sugestão tem nível de confiança
- Nada é gravado sem aprovação do museólogo
Acessibilidade e visitante
- Audiodescrição por peça
- Texto em linguagem simples
- Espaço para vídeo em Libras feito por intérpretes
- Tudo entregue pelo mesmo QR da peça
Princípios
O jeito UzzMuse de levar tecnologia para dentro de uma instituição de memória.
Conecta ao que o museu já usa
Nada de migração forçada. Primeiro conectamos e medimos; só trocamos alguma coisa quando o ganho é comprovado.
A IA sugere, o especialista decide
Toda sugestão passa por revisão humana, com registro de quem aprovou.
Pode rodar na nuvem da instituição
Para quem tem restrição a IA pública, o sistema pode funcionar dentro do ambiente de nuvem que a instituição já usa.
Acessibilidade é direito. E é público novo.
A Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13.146/2015) garante às pessoas com deficiência o acesso à cultura em igualdade de condições. Para o museu, cada camada acessível é também uma forma de receber mais gente: pessoas cegas ou com baixa visão, surdas, idosas, crianças e quem prefere uma linguagem mais direta.
Como funciona o piloto
Pequeno, medido e sem compromisso de migrar nada.
Uma coleção pequena
Começamos com um recorte real e coerente do acervo, não com o museu inteiro.
Medimos o hoje
Quanto tempo leva o inventário, onde estão os erros, o que o público não consegue acessar.
Implantamos o essencial
QR permanente, inventário pelo celular, as primeiras camadas acessíveis e um caso de IA bem delimitado.
Decidimos com dados
Comparamos antes e depois. Se fizer sentido, ampliamos. Se não, você sabe exatamente por quê.
Quero meu museu no piloto
Estamos selecionando instituições para o programa piloto. Conte um pouco sobre o seu acervo e a gente volta a falar com você.
