O chatbot que não sabepassar a bola
Bot que responde tudo parece eficiente até travar na pergunta que fecha a venda. O que separa atendimento automático de atendimento perdido é saber a hora de chamar um humano.

O chatbot que não sabe passar a bola
Responder tudo não é qualidade. Saber a hora de parar é.
O cliente pergunta o preço de um serviço que depende de orçamento. O bot responde com a tabela genérica. O cliente lê, não reconhece o caso dele, e some.
Ninguém registrou uma falha. Não teve erro, não teve timeout, não teve reclamação. O painel vai mostrar a conversa como atendida.
O problema não é o bot ter respondido errado — é ele não ter percebido que aquela pergunta não era dele.
Bot bom tem duas competências, e a segunda quase nunca é configurada: responder o que sabe, e *reconhecer o que não sabe*. Sem a segunda, cada pergunta difícil vira uma resposta morna que encerra a conversa em vez de avançá-la.

Onde o bot precisa parar e chamar alguém
- 1**Preço que depende de escopo** — tabela genérica em caso específico afasta mais que silêncio.
- 2**Cliente irritado** — reclamação respondida por robô costuma virar reclamação pública.
- 3**Pergunta repetida na mesma conversa** — se a pessoa reformulou, a primeira resposta não serviu.
- 4**Qualquer coisa com prazo ou contrato** — compromisso que o bot assume, alguém vai ter que cumprir.
Teste de 5 minutos
Automação não se mede por quantas conversas o bot resolveu sozinho. Mede-se por quantas ele entregou para um humano no momento certo — e quantas dessas viraram cliente.
Veredito Uzz.Ai: avaliar
Quem precisa olhar isso: quem colocou bot no WhatsApp há mais de dois meses e nunca leu as conversas que ele encerrou sozinho

Quer saber onde seu bot está perdendo conversa?
A gente lê suas conversas reais e mapeia em que ponto o atendimento deveria ter virado humano.
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